Fonte: Prefeitura de Formiga
O levantamento abrangeu 1.819 imóveis e revelou que 95,45% dos focos do mosquito estão dentro das residências, especialmente em depósitos móveis e fixos, como bebedouros, pratinhos de plantas, calhas e ralos.
A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informa uma redução expressiva no Índice de Infestação Predial (IIP) do Aedes aegypti, conforme dados do Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa) realizado de 24 a 27 de março de 2025. O IIP caiu de 8,1% em janeiro para 3,4% em março, representando uma diminuição de 58% em menos de três meses. Esse resultado classifica o município em médio risco, saindo da zona de alerta máximo em um curto período.
O levantamento abrangeu 1.819 imóveis e revelou que 95,45% dos focos do mosquito estão dentro das residências, especialmente em depósitos móveis e fixos, como bebedouros, pratinhos de plantas, calhas e ralos.
Bairros com Maiores Índices de Infestação
A análise detalhada por bairros identificou que algumas áreas ainda apresentam altos índices de infestação, exigindo atenção redobrada da população e das equipes de saúde. Entre os bairros com índice acima de 20%, destacam-se:
Nova Vista: 28,57%
Jardim das Oliveiras: 25,0%
Nossa Senhora das Mercês e Vista Alegre: 25,0%
São Raimundo: 18,75%
Vila Nova: 16,66%
Essas áreas estão recebendo intervenções intensificadas, incluindo ações educativas, visitas domiciliares, mutirões de limpeza e monitoramento contínuo por meio da Sala de Situação, ferramenta estratégica instalada no município.
Continuidade das Ações e Apelo à População
Apesar da significativa redução nos índices, a Prefeitura de Formiga reforça a necessidade de manter a vigilância e as ações preventivas. A colaboração da população é essencial para eliminar criadouros do mosquito e evitar a proliferação de doenças como dengue, zika e chikungunya. A administração municipal pede a colaboração de todos os cidadãos mantenham seus quintais limpos, eliminem recipientes que possam acumular água e permitam a entrada dos agentes de endemias em suas residências para as vistorias e orientações necessárias.
A luta contra o Aedes aegypti é contínua e depende do esforço conjunto entre poder público e comunidade para garantir a saúde e o bem-estar de todos.