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NO MUNDO DA LUA OU NO MUNDO SEM LUA?

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A pessoa que se encontra “no mundo da Lua”, sabe-se que estaria divagando, (por  sinal, é assim que fico quando estou dirigindo, por isso me

chamam de “motoristautista”). Indivíduos que fazem parte desse clube de lerdos estariam, pois, volitando no planeta dos selenitas, mais conhecido como Lua. Desconheço a origem dessa frase, mas tudo indica que é o óbvio, qual seja, se o cara não está na Terra, está no mundo da Lua e, por isso, além ou aquém da sua realidade. Mesmo assim, recomendo aos mais curiosos que pesquisem no “Google” que antigamente era a Enciclopédia Barsa, Britânica, Caudas Aulete ou Lello Universal. Existem ainda outros termos que falam da Lua: Lunático, por exemplo, é o nome que dão para o maluco. Lua de Mel seria o momento mais almejado pelos nubentes e “nascer com a popa virada para a Lua”, definiria quem tem sorte ou quem já nasceu rico e assim por diante. Certamente, existem outros termos: “lunares” para ilustrar mais ainda nosso compêndio de expressões idiomáticas, porém, como adoro uma polêmica, lanço a pergunta: “E se a Lua não existisse?”. Calma com o andor, explico logo adiante o motivo desta bizarra teoria ou, quem sabe, esta possibilidade.

Como já falei sobre o Sol, seus encantos e os seus mistérios, propalando as minhas próprias teorias (veja em http://marcorelho.br.tripod.com/misteriosmarcorelianos2/id28.html) decidi passar a bola da vez para a Lua. Outro motivo foi ter encontrado na net um documento assaz curioso e totalmente diferente do lugar-comum quando falam da Lua.

Quem, em noites de lua cheia, não fica mirando o belo satélite, totalmente hipnotizado pela sua beleza incomum? Quantas fotografias não estariam sendo tiradas naquele exato momento? Quantos casais apaixonados não estariam magnetizados pelo brilho lunar? “Magnetismo”, eis a palavra-chave que muito bem define o encanto mágico que a Lua exerce nos mortais terráqueos. É exatamente este o ponto crucial deste inocente artigo. Como se explica a influência da Lua no Planeta Terra e nos seus habitantes? Em outras palavras, por qual razão seus raios lunares provocam tanta mudança na Natureza e nas pessoas?

O problema é justamente este: os efeitos da Lua na Terra são mais nocivos do que benéficos. Todos conhecem o efeito da Lua nas mulheres, nas marés, nos animais e, enfim, em todo reino vegetal. Sabedor desse poderoso magnetismo, mas sem ter uma explicação plausível, eis que pulula em minhas mãos um documento que fala de um mundo sem a Lua. Mais uma Teoria da Conspiração, pensei. Não é novidade para os mais curiosos que vira e mexe surgem na mídia mais escandalosa e alarmista, histórias paralelas às oficiais. Cada uma mais mirabolante do que a outra. Nunca vamos saber se são verdadeiras ou meros boatos. Penso, contudo, que onde há fumaça, há fogo. É claro que a maioria dessas teorias é mentira. Mas, e se não for? O ser humano parece não se contentar com a verdade e, por isso, adora procurar chifre na cabeça de cavalo. E a imaginação viaja longe. Haja maionese!  Umas são até interessantes, outras, no entanto, tocam as raias do absurdo e do inverossímil. Foi assim após a tragédia do World Trade Center, nos assassinatos dos irmãos Kennedy, na história de Tiradentes (eu mesmo contei uma versão que poderia ser “verdade”, lembram-se do viajante do tempo que o entrevistou?), na vida de Jesus e em outras histórias que viraram “estórias” (sou contra a extinção desta palavra) até que sejam comprovadas para o grande público.

Sem mais prolegômenos, vamos ao que interessa, a extinção da Lua. Explico esta sinistra e bizarra frase. Quem me acompanha, muito bem sabe da minha fascinação pela teoria dos mundos paralelos. Já escrevi uma história sobre essa possibilidade: http://marcorelho.br.tripod.com/formigaeseuscausos/id10.html e meu entusiasmo sobre o tema aumentou ainda mais depois de acompanhar a série “Fringe” e, mais recentemente, quando fiquei sabendo dos incríveis experimentos com o LHC (do inglês, Large Hadron Collider ou Grande Colisor de Prótons) que está derrubando muitos conceitos da Física Tradicional (e fazendo Einstein rolar no seu caixão). Acerca do LHC, tive a oportunidade de comentar em: http://marcorelho.br.tripod.com/cronicasdopergaminho/id13.html).

Portanto, aqui começa nosso exercício de imaginação. Além do principal LHC, situado na fronteira da Suíça com a França, existem outros colisores em outros países, como nos Estados Unidos e África do Sul. Neste último aconteceu – ou dizem que aconteceu – um evento inusitado quando do experimento que envolvia a colisão de prótons. De repente, o computador central começou a exibir uma série de mensagens com teor estranho. Inicialmente, pensaram ser uma pane ou mesmo um ataque de hackers mal-intencionados (se é que existem piratas cibernéticos bonzinhos). Após algum tempo, quando começaram a juntar as mensagens, os cientistas notaram que elas tinham algum nexo, mesmo sendo escritas de maneira errônea - em termos semânticos e ortográficos - eram inteligíveis, ainda que fantásticas. No final das contas, os ditos pesquisadores descobriram se tratar, pasmem-se, de uma pessoa que alegava ser da Terra, mas de um universo paralelo! Verdade ou mentira, o texto me chamou a atenção pela lógica que continha e pela sua peculiaridade. Quer dizer, depois de encontrar  todo tipo de matéria na Internet, jamais encontrara algo semelhante. Ou a fantasia humana não tem mesmo limites para a sua criatividade ou somos mesmo um bando de ignorantes contumazes, pois as novidades nunca acabam.

Deste modo, o comunicante, ou seja lá o que for, que alegava ser da “outra”  Terra começou a relatar sobre o quão seu mundo era mais evoluído do que o nosso, apesar de estarem num ano temporal igual ao nosso, mesmo sendo seu ano composto de 13 meses. Um dos motivos dessa evolução tinha um nome: a Lua, ou melhor,  a sua não existência. Após a óbvia pergunta sobre o que acontecera com ela, veio a resposta: a Lua fora destruída pelos próprios habitantes do planeta!  Eles haviam chegado à conclusão de que ela exercia más influências sobre os terráqueos que, finalmente, concordaram em tirá-la literalmente do ar. Ou seja, viver sem a presença da Lua significava que os ânimos seriam serenados em termos emocionais, sentimentais, psicológicos e até a Natureza se acalmaria! Segundo o ser de outra dimensão terrestre, o oceano, por exemplo, sem os efeitos lunares  tornar-se-ia permanentemente tranqüilo. Igualmente,  cessaram as tempestades e qualquer outra alteração climática que provocava o desequilíbrio da Natureza, tais como furacões, terremotos, maremotos, etc. A paz reinava naquela Terra do universo paralelo. Trégua perene entre o ser humano e a Natureza, representada pelos reinos animal, vegetal e mineral. Então, sem a presença da Lua, o almejado paraíso imaginado por Platão era uma realidade, finalmente. A conclusão chegada era que a Lua tinha mesmo culpa no cartório. Era a vilã de tudo.

Será que faz sentido toda esta história? Na minha opinião, é muito fácil meter a culpa na pobre da Lua pelos desmandos do homem que polui a Terra com seu pensamento, com suas ações e com suas más intenções. Seja ela  boa ou má conselheira, que transforme os lobos em lobisomens e que enfureça a Natureza, o fato é que ela jamais deixará de ser a inspiração dos namorados, a desculpa dos loucos, a sorte dos privilegiados e a meta dos recém-casados.

Porque, afinal, é justamente o contrário que sentimos quando nos deparamos com ela iluminando as noites escuras: alegria e prazer de viver porque não dá para conceber um céu estrelado sem a presença da Lua para nos hipnotizar e nos inspirar... 

Marco Aurelho G. Veado